Hong Kong afirmou que Seungri não realizou pedido de visto, apesar dos rumores que ele montaria uma boate na região
Na última sexta-feira (24), o South China Morning Post (SCMP) divulgou que o governo de Hong Kong não recebeu o pedido de visto de “um ex-artista coreano”. Apesar de não dizer o nome de Seungri, alguns veículos locais relataram que o ex-membro do Big Bang comprou uma casa de luxo na região e a transformaria em boate.
O porta-voz do SCMP afirmou que os cidadãos coreanos podem ficar no país por até 90 dias sem visto. Acrescentou, ainda, que a “pessoa em questão” não se candidatou a esquemas de admissão de talentos. “Os departamentos governamentais relevantes, de acordo com o mecanismo estabelecido, desempenharão um papel rigoroso na triagem ao processar os pedidos sob o esquema de admissão de talentos para garantir que apenas os pedidos de pessoas elegíveis sejam aprovados”, disse.
Dessa forma, após o lançamento do documentário da BBC Korea sobre o caso da Burning Sun, no dia 19 de maio, os veículos de comunicação de Hong Kong afirmaram que o cantor estaria planejando abrir uma boate na região.
Burning Sun em Hong Kong
Após o cumprimento de sua sentença, Seungri poderia, teoricamente, abrir uma nova boate em Hong Kong, desde que respeitasse todas as leis e regulamentos locais. No entanto, é importante considerar que seu envolvimento em escândalos anteriores, como o caso Burning Sun na Coreia do Sul, pode impactar sua reputação. Assim como suas chances de obter licenças e aprovações necessárias para operar um negócio, especialmente um no setor de entretenimento noturno.

É possível que, como parte de sua sentença e condições de liberdade condicional, o ex-integrante do Big Bang tenha algumas restrições impostas a ele. Como proibições de envolvimento em certas atividades comerciais ou limitações em suas interações com pessoas e lugares. Porém, estes detalhes de sua sentença pós-prisão não constam publicamente.
Foto destaque: Seungri. Reprodução/Jung Yeon-je