
ENHYPEN aposta em romance vampírico proibido, desejo e narrativa intensa em THE SIN: VANISH
Seis meses após o lançamento de “DESIRE: UNLEASH”, o ENHYPEN marca seu retorno ao cenário do K-pop com “THE SIN: VANISH”, lançado às 2h (BRT) desta sexta-feira (16). Com um conceito ainda mais maduro e dando continuidade à narrativa do romance proibido entre vampiros e humanos, o grupo explora, neste novo trabalho, o frágil equilíbrio entre amor e desejo, além das consequências do proibido em um mundo regido por regras inquebráveis. Ao todo, “THE SIN: VANISH” reúne 11 faixas, divididas entre narrações e músicas que se conectam entre si, enriquecendo uma das narrativas mais criativas do K-pop nos últimos tempos.
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A faixa-título do novo álbum, “Knife”, já vinha chamando atenção nas redes sociais com teasers de tirar o fôlego, além de memes compartilhados pela própria equipe do grupo, fazendo referência à letra da canção e aumentando ainda mais a expectativa dos fãs. “THE SIN: VANISH” inaugura os trabalhos de 2026 para o ENHYPEN, que deve manter uma agenda intensa ao longo do ano, colhendo os frutos da estreia histórica no Coachella e do 3º lugar na Billboard 200 com o último álbum.

A emoção do romance proibido entre humanos e vampiros trazidos pelo ENHYPEN
Desde sua estreia em 2020, o ENHYPEN vem construindo de forma surpreendente a narrativa do amor proibido entre humanos e vampiros, explorando as emoções de um romance que transita entre amor, desejo e medo. Em “THE SIN: VANISH”, essa história ganha um novo capítulo com “Knife”, faixa que retrata o início da fuga dos amantes em meio a uma perseguição implacável, enquanto eles enfrentam o mundo sem hesitar.
Em seguida, o álbum avança por “No Way Back (featuring So!YoON!)”, com um R&B alternativo, além de “Stealer”, “Big Girls Don’t Cry” e “Lost Island”, encerrando com a introspectiva “Sleep Tight” — a primeira faixa escrita por Jake, um R&B cativante e carregado de vocais, com contribuições adicionais de letra feitas por Heeseung. O disco ainda conta com quatro faixas de narração: “The Beginning”, “The Fugitives”, “The Voice” e “The Beyond”.
Na última quarta-feira (14), o ENHYPEN participou de uma entrevista coletiva em um pequeno café no distrito de Mapo, em Seul, e compartilhou suas visões sobre o primeiro lançamento de 2026 e a evolução do grupo. Jay destacou que cada comeback representa uma oportunidade de experimentar algo novo e marcante, sempre com dedicação total:
“Desta vez, desde as promoções antes do lançamento até a forma como o álbum é estruturado como uma história, nós realmente tentamos fazer tudo parecer novo e fresco.”

Ainda sobre “Knife”, a canção apresenta um hip-hop envolvente e explosivo, capaz de prender a atenção desde os primeiros segundos. Construída sobre batidas de trap e sintetizadores marcantes, a faixa sustenta a mensagem de determinação que guia o enredo do álbum. Para quem acompanha o ENHYPEN de perto, não é segredo que os integrantes são fãs do gênero — e a aposta no hip-hop marca uma nova direção sonora para o grupo.
“É um gênero que eu sempre gostei, e queríamos tentar isso como ENHYPEN”, disse Ni-ki. “Cada vez que gravávamos o videoclipe ou fazíamos fotos conceituais, parecia que o gênero combinava perfeitamente com a gente. Queríamos mostrar que conseguimos entregar qualquer estilo.”
Ao longo de “THE SIN: VANISH”, o grupo mescla influências de latin, pop e R&B em um arco coeso que costura a narrativa do álbum, em vez de apenas apresentar uma sequência aleatória de gêneros. O tema central desta fase é a “fuga”, descrita por Heeseung não apenas como um ato, mas como um estado emocional carregado de tensão.
“O álbum gira em torno do tema da fuga”, ele disse. “Ele captura tanto a emoção de dois amantes — um vampiro e um humano — fugindo juntos quanto a ansiedade que vem com isso. Às vezes você está confortando o seu amor, às vezes está dominado pelo medo. Todas essas emoções estão ali.”
A evolução do ENHYPEN não está apenas na música, mas também na união entre os integrantes
A confiança apresentada pelo grupo em seu 7º álbum reflete as lições acumuladas ao longo de anos de evolução — incluindo a passagem histórica pelo Coachella, em abril de 2025. Com a apresentação no festival, o ENHYPEN se tornou o boy group de K-pop mais rápido a estrear no palco do evento, ampliando seu alcance e conquistando um novo público.

“Aquele palco mudou a forma como pensamos”, disse Jake. “Havia muitas pessoas lá que simplesmente amam música e não conhecem K-pop de verdade. Isso nos fez pensar mais seriamente em como alcançar ouvintes além do nosso fandom.” Ele também destacou a maturidade do grupo ao entrar em uma nova fase: “Nós debutamos como adolescentes e agora estamos na casa dos 20. Conforme vivemos e acumulamos experiências, acho que crescemos não apenas como artistas, mas como pessoas.”
Dessa forma, o ENHYPEN não apenas dá continuidade à narrativa do romance entre vampiros e humanos, como também reafirma seu próprio caminho de evolução artística. Ao apostar em novos gêneros e sonoridades, o grupo evidencia um processo de aprimoramento constante — e indica que cada novo retorno deve abrir espaço para rumos ainda mais ambiciosos na carreira.
Foto Destaque: ENHYPEN em foto conceitual do álbum “THE SIN: VANISH”. Divulgação/BELIFT LAB