
Sunghoon leva o phonk brasileiro ao K-pop em novos remixes de “THE SIN: VANISH”
Sunghoon, integrante do ENHYPEN, foi um dos destaques do lançamento surpresa de “THE SIN: VANISH” em versões remix, divulgado na manhã da segunda-feira (19). O projeto reúne releituras individuais assinadas por cada membro, que exploram diferentes ritmos e referências culturais. No caso de Sunghoon, a escolha por incorporar elementos do phonk brasileiro chamou a atenção do Brasil.
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Apesar da associação direta ao Brasil, o phonk é originário dos Estados Unidos. O gênero dialoga com o mandelão, subgênero do funk no qual possui batidas mais pesadas e influência da música eletrônica, e combina batidas futuristas, com repetições de palavras e uma proximidade com o hip-hop.
Na faixa em que explica sua intenção com esse remix, Sunghoon comenta: “Trabalhei em uma faixa remix no estilo phonk brasileiro”, contou o artista. “É uma música que vocês vão querer ouvir repetidamente. Desta vez, também tem um passo de dança fácil para qualquer um experimentar nas redes sociais”, ele continua.
Além do remix de Sunghoon
Além da versão de Sunghoon, “THE SIN: VANISH” recebeu outros seis remixes. Cada versão foi produzida e pensada por cada membro. As faixas transitam por gêneros como hip-hop, eletrônico, trap e pop experimental, reforçando a versatilidade do grupo e ampliando a proposta conceitual do lançamento.
Jay, conhecido por sua paixão pelo ritmo do rock, optou pelo metal pop com um ritmo enérgico e progressão dramática. No entanto, ele não foi o único a buscar pelo metal. Jungwon quis uma abordagem mais pesada e energética, incorporando influências do nu metal e do industrial.

A leveza e o pop ficaram por conta de Sunoo, que optou por manter a estética de “Knife”, mas com um toque próprio, para que os fãs pudessem assimilá-la automaticamente ao artista. O remix foi inspirado em universos digitais, combinando glitchpop e digipop em uma narrativa sonora que remete a jogos e à realidade virtual. Em contraste, Jake apostou em uma estética mais densa e marcante, utilizando elementos do Memphis hip-hop para destacar graves profundos e uma atmosfera mais fria.
Já Heeseung direcionou sua versão para um som mais atual e dançante, explorando o boom bap eletrônico e enriquecendo a produção com camadas vocais e efeitos sonoros. Ni-ki, por sua vez, acelerou o ritmo da canção e adicionou uma camada de hip-hop.
Sobre “THE SIN: VANISH”
A obra conta a história de um vampiro que, em meio à crise e à ansiedade provocadas pelo desejo intenso de transformar a pessoa amada, decide fugir como forma de proteger esse amor. A cada faixa do álbum, o ouvinte acompanha o desenvolvimento do romance e a opinião da sociedade vampiresca sobre o caso.
Segundo o Hanteo Chart, um dos principais indicadores de vendas físicas da Coreia do Sul, o álbum registrou mais de 1,65 milhão de cópias vendidas em apenas 24 horas após seu lançamento.
Esse é o quarto trabalho da carreira do grupo a ultrapassar a marca de 1 milhão de cópias em sua primeira semana de vendas. No mesmo período, a faixa-título “Knife” dominou as paradas em tempo real na plataforma coreana Bugs Music, com as demais canções do álbum ocupando as primeiras colocações do ranking.
Foto: Cantor Sunghoon. (Divulgação/Belift Lab)