Uma das instituições mais antigas do país, a universidade Ehwa Womans, processará político sobre comentários de “mulheres de conforto”
A Universidade Ehwa Womans processará políticos sobre comentários de “mulheres de conforto” direcionado a mulheres coreanas enviadas ao Japão durante os períodos de colonização. Kim Jun-hyeok, que pertence ao Partido Democrata, alegou que o primeiro presidente da universidade colaborava com a ação ao enviar estudantes para fornecer favores sexuais aos soldados americanos.
E em oposição ao comentário de Kim Jun-hyeok, a Universidade Ehwa Womans diz que as especulações do político não são verídicas, e que prejudicam a reputação da escola. Alegando uma visão discriminatória das mulheres coreanas.
Sendo um candidato às eleições parlamentares no distrito de Suwon D, em Gyeonggi, que fica a 30km de Seul, o político frisou que as estudantes forneciam favores sexuais aos soldados americanos após a libertação da Coreia do domínio japonês. Assim, a universidade pede que o Kim Jun-hyeok renuncie sua candidatura e afirma que haverá medidas legais pela difamação da instituição e dos alunos.
Estátua representando vítima sexuais dos soldados japoneses em frente da Embaixada do Japão em Seul – Reprodução/ Infonet
A história das “mulheres de conforto” na Coreia do Sul começou a ser falada a partir de 1991. Após a senhora Kim Hak-sun contar os horrores que viveu na mão dos soldados japoneses durante a ocupação do Japão na Coreia. Em consequência, a ação fez com que outras vítimas sobreviventes, que no período tinham entre 12 e 14 anos, também começassem a relatar.
Adicionalmente, elas eram enganadas com promessas falsas de emprego ou coagidas para viverem em bordéis dos quais eram vítimas de estupro, violência física e até assassinadas por soldados japoneses. Estima-se, aliás, que a média de 80 mil a 200 mil mulheres asiáticas, incluindo chinesas, filipinas e coreanas foram vítimas dos soldados japoneses. Ainda mais, com 80% sendo coreanas, uma vez que o Japão estava dominando a Coreia.
Assim, grande parte das mulheres não sobreviveram após a guerra. Além disso, as sobreviventes foram obrigadas a se calarem. Isso a fim de silenciar sobre o assunto, divulgado após movimentos feministas coreanos e o esforço dos historiadores, jornalistas e os relatos das sobreviventes.
Foto destaque: Estudantes da Universidade Ehwa Womans. Reprodução/ SCMP
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