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Agência de patrimônio irá implementar sistema de gestão de crises climáticas

O plano anunciado na quarta-feira (26), visa uma resposta sistemática para os desafios colocados devido às alterações climáticas e os danos causados no patrimônio histórico do país.

Diante da mudança climática que levou a tufões mais frequentes e poderosos, chuvas extremas e propagação de cupins, a Administração do Patrimônio Cultural estabeleceu um plano abrangente para salvaguardar o patrimônio cultural e natural da nação. O plano, anunciado na quarta-feira (26), visa uma resposta sistemática para os desafios colocados devido às alterações climáticas.

Até sexta-feira, foi contabilizado que cerca de 65 locais históricos foram danificados por chuvas torrenciais neste verão, segundo o CHA. Entre 2002 e 2021, se tem um total de 979 bens do património cultural que sofreram danos devido a vários fenómenos naturais: 522 foram afetados por tufões, 447 por fortes chuvas e 10 por ventos fortes, refere o relatório do Instituto Nacional de Investigação do Património Cultural. Em outro estudo do NRICH de 2011 a 2022, com foco em 927 locais de patrimônio cultural de madeira em todo o país, 236 confirmaram danos causados ​​por cupins.


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Pavilhão é inundado por fortes chuvas na Fortaleza Gongsanseong em Gongju, no sábado. (Foto: Reprodução/Yonhap)

A Administração do Patrimônio Cultural adotou três estratégias feitas para proteger o patrimônio cultural e natural contra os danos relacionados às mudanças climáticas. A primeira estratégia tem o objetivo de responder proativamente à crise climática. A segunda envolve a implementação de um sistema resiliente ao clima com o intuito preservar e gerir os sítios patrimoniais. O estabelecimento de uma robusta rede de proteção contra crises climáticas é outra estratégia adotada pela agência estatal.

Tarefas específicas divulgadas na quarta-feira incluem o estabelecimento de um sistema de informações de dados de danos às mudanças climáticas do patrimônio nacional, onde se utiliza big data e desenvolvendo um sistema para análise científica, previsão e avaliação do impacto das mudanças climáticas. Além de um plano que envolve a gestão especial de 100 importantes patrimônios culturais e naturais selecionados.

Avaliar o valor de absorção de carbono do patrimônio nacional e ampliar o uso de fontes de absorção de carbono também contribuirá para a salvaguarda, segundo o CHA.

Buscar a neutralidade de carbono é, sem dúvida, uma de nossas tarefas essenciais no combate às mudanças climáticas. A própria existência de palácios e tumbas reais em Seul, por exemplo, contribui para a neutralidade de carbono. Sua preservação, portanto, é de grande importância“, disse um alto funcionário no Heritage Policy Bureau do CHA disse ao The Korea Herald.

Relativamente aos 100 sítios do património cultural e natural a serem selecionados para gestão especial, o responsável disse que os critérios de seleção vão incluir a localização, os materiais utilizados e as técnicas tradicionais utilizadas. Os 100 locais serão oficialmente designados até 2026, acrescentou o funcionário.

Foto destaque: Pavilhão é inundado por fortes chuvas na Fortaleza Gongsanseong em Gongju, no sábado. (Reprodução/Yonhap)